Análise – Microsoft Surface RT

Depois de uns dias de ausência trago-vos uma pequena análise ao Microsoft Surface RT que tive a oportunidade de testar.

O tablet da Microsoft com processador ARM tem muitos aspectos positivos, mas também possui aspectos negativos suficientes, para ponderar muito bem antes de adquirir um equipamento destes.

O Surface RT coloca-se lado a lado do iPad e de tablets Android ao partilharem o mesmo tipo de processador, apesar de correr Windows esta versão apenas permite a instalação de aplicações a partir da Windows Store.

O Surface está disponível em versões de 32GB e 64GB com preços a começarem nos $499 dólares, a versão de 32GB com teclado táctil preto custa $599 dólares, enquanto que a versão de 64GB com teclado táctil preto custa $699 dólares. Os teclados tácteis estão disponíveis em várias cores e adicionam $119 dólares ao preço final do equipamento, está também disponível um teclado “normal” apenas em preto por 119$ dólares.

Tive a oportunidade de testar equipamentos com os dois tipos de teclado, e fiquei impressionado com o teclado táctil, que para uma utilização ocasional proporciona uma boa experiencia de utilização, por outro lado o teclado tradicional é mais indicado para quem pensa utilizar o tablet como uma ferramenta de trabalho.

Com 10.6 polegadas e com um chasis metálico, mede 27.46cm de altura, 17.2cm de largura 0.94cm de espessura e pesa 680gr. Não é o tablet mais leve disponível no mercado, mas é perceptível a sua qualidade de construção e a sua solidez.

Está equipado com um jack de audio de 3.5mm, porta Micro-HDMI, USB 2.0, leitor de cartões Micro-SD e duas ligações magnéticas, uma para o carregador e outra para o teclado.

A tampa traseira é bipartida o que permite uma óptima utilização em cima de uma mesa.

O Windows Surface RT está equipado com um processador ARM Cortex-A9 de 1.3Ghz, GPU Geforce de 500Mhz e 2GB de memória RAM, o ecrã possui uma resolução de 1366 x 768 pixeis.

O Surface está ainda equipado com Wi-Fi 802.11a/b/g/n, Bluetooth 4.0, acelerómetro, giroscópico, compasso, sensor de luz e duas cameras de 1 mega-pixel.

A Microsoft anuncia uma autonomia de 8 horas, mas já existem algumas queixas na internet que este valor desce para metade se for feita uma utilização intensiva.

Conclusão

O Surface RT é uma boa máquina se pretende estender um pouco mais as funcionalidades do iPad ou tablet Android, a inclusão do Office nesta versão é sem dúvida um ponto positivo.

As desvantagens principais são o facto de não poderem ser instaladas aplicações tradicionais desktop e a Windows Store ainda estar no início de vida com pouco mais de 5000 aplicações disponíveis.

O facto de estar prevista a versão x86 pode levar alguns consumidores a adiar a compra.


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One Response to “Análise – Microsoft Surface RT”

  1. […] O Surface já foi analisado aqui no HANDS ON tek em primeira mão, se queres mais informação podes consultar este post. […]

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